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Posts archive for: November, 2008
  • Uma viagem musical!!

    instrum musicaisRoundstone-Irlanda/Outubro/2007

    O que mais me atrai no turismo são as inusitadas surpresas, atrativos que nunca imaginávamos visitar, viram destinos super interessantes, claro quando bem selecionados e trabalhados por profissionais, por exemplo: uma fábrica de instrumentos musicais.

     

    Roundstone a Oeste da Irlanda nos surpreende com esse atrativo, além é claro de ser uma encantadora vila de pescadores localizada entre o mar e as montanhas de um lindo e famoso local chamado Connemara no Condado de Galway.

      roundstone2roundstone  
      Roundstone by Raquel


    Connemara é uma região totalmente preservada que abriga um importante parque nacional, com florestas, castelos, fiordes, lagos, praias de um mar azul, cumes nevados no inverno, e constantemente é cenário de diversos filmes.

     

    De Galway saem passeios programados para alguns destinos mas não todos da região, por isso a melhor  forma de  conhecer a Connemara para quem está em Galway, é pegar o ônibus da linha Bus Eireann que corta todas as cidades e cada vez descer em um lugar.

     

    Ou ficar hospedada na Connemara alugar um carro ou uma bike, essa dica serve para toda a Irlanda...quem quiser saber mais é só me escrever...

     

    Então depois de ter apreciado cenários incríveis da Connemara, foi a vez de visitar a famosa fábrica de instrumentos musicais de Roundstone, na qual se orgulha de ser a única fábrica artesanal a funcionar em horário integral...

     

    E eu que nem sabia que as outras funcionavam meio período...enfim eles usam esse slogan...mas acredito que seja no sentido de ser uma fábrica movimentada que funciona mesmo...ou não...vai entender os irish.

     

    Seu instrumento mais famoso é o Bodhran (pronuncia bough rawn) o nosso tamborim, porém esse instrumento é tradicionalmente irlandês e exportado para o mundo todo a fim de ser utilizado em sons de percussão, presente na maioria das músicas celtas.

     

    fabrica instrumento musical 
    Bodhran estilizados com símbolos celtas

    A fábrica está localizada dentro de um parque de um antigo monastério franciscano, ali as estradas são repletas de carneiros, e terminam em um lindo mar, do lado esquerdo o braço de mar encanta com seus charmosos barquinhos.

     

    A loja é antiga e vende diversos artigos desde CDs de músicas típicas, artesanato  irlandês, roupas, além de um espaço para café com lanches...


    Então seguimos para a fábrica onde são vendidos além do Bodhran, flautas, harpas, violino, todos os tipos de tamborim, violões,enfim, produtos para toda a banda.

     

    Não podemos entrar na área de produção, vemos tudo por um vidro onde o próprio dono da fábrica confecciona o Bodrhan perdido entre o  cheiro de cola, verniz e pele de cabra.

     

    As músicas irlandesas na maioria são compostas por harpa, violino, flauta e quem dá o tom maior é o Bodhran, por isso é impossível não se hipnotizar por esse belo som que chama para uma deliciosa dança ou simplesmente para apreciar um boa música.

     

    O passeio terminou na trilha para uma bela praia, mas claro que no meu MP3 não poderia faltar uma típica música eire para completar aquele cenário mágico da Connemara.


    Raquel Cáceres


    Para quem tiver interesse o site da fábrica:
    http://www.bodhran.com/

     

    Mais imagens acessem meu flickr:

    http://www.flickr.com/photos/raqecoturism/sets/72157610239517108/

     

  • Segóvia em retratos...

    SegoviaSegóvia-Espanha Dezembro/2007

    Há lugares que servem de cenário perfeito para um porta-retrato ou uma pintura, é difícil citar a variedade deles pelo mundo...mas sem dúvida Segóvia está na lista.

     

    Localizada há uma hora de Madrid, a cidade faz parte de um roteiro pelos arredores da capital hispânica.

     

    De Madrid procurei por um bus tour, mas achei mais prático ir de trem, e também porque amo viagens de trens, é onde realmente temos a chance de conhecer mais detalhes de uma região e país...

     

    Ao chegar à estação desci na cidade baixa, bem movimentada, em frente à estação peguei um ônibus que liga Cidade Baixa à Cidade Alta, onde está localizada a parte turística de Segóvia.

     

    Ao parar no ponto final na Cidade Alta, o motorista diz que para seguirmos à Plaza Mayor devemos subir por uma escadaria em frente, então, pelos charmosos becos de Segóvia segui rumo à Plaza Mayor.

     

    Toda cidade espanhola que se preze possui uma Plaza Mayor, no qual  concentram inúmeras atrações e diversos acessos a outros atrativos.

     

    Em Segóvia não poderia ser diferente, a não ser pelo coreto localizado no centro da praça, lembrando nossas cidades interioranas.

     

    Ainda na Plaza Mayor se encontra a Catedral de Segóvia de 1577, famosa por sua  arquitetura gótica,  seguindo pelas ruelas abaixo chega-se ao espetacular  aqueduto romano do Século I, com 163 arcos preservados.

     

    Voltando à Plaza Mayor cortamos por diversas construções de origem árabe com belas estátuas, seguimos por outras ruelas com charmosas lojas de artesanato e chegamos à Alcazar.

    Construído na beira de um penhasco o castelo serviu de forte islâmico (Alcazar é castelo em árabe), sua origem por volta de 1120 era uma das residências favoritas dos reis da época.

     casteloAlcazar

    Sua aparência mágica também serviu de inspiração para a construção do castelo da Bela Adormecida de Walt Disney, porém achei alguns outros comentários pela internet que seria da Branca de Neve...

     

    Ali em Segóvia o cenário me inspirou...queria fazer parte dele em retratos, não de turista, mas de uma apreciadora, sem caras e bocas, sem maquiagem...simplesmente eu e o belo cenário arquitetônico de Segóvia...

     

    Então  aproveitei e me “cliquei” em fotos de porta-retrato, uma bela luz e um cenário de sonhos, ia caminhando e clicando em auto-retrato...enfim...gostei do resultado...

    RaquelRaquel Cáceres em auto-retrato

    Para mais imagens acessem meu flickr: http://www.flickr.com/photos/raqecoturism/sets/72157607184199439/

     

  • Meu amor à Paraty...

    ParatyParaty/2004

     

    Paraty é um destino naturalmente atraente, turistas do mundo todo visitam suas ruas de paralelepípedos, passeiam de charrete, mergulham em águas cristalinas...

    Muitas excursões brasileiras levam estudantes, terceira idade e todos os tipos de turista para essa cidade, sim ela atrai desde o turismo de massa ao turismo alternativo, os mochileiros, mergulhadores, ecoturistas, aventureiros, românticos...enfim, é uma cidade para todos...

    Até o mar quer visitar Paraty que em maré alta deixa a cidade alagada...

    E mesmo com todos os públicos ela não perde seu charme, seu centro histórico, suas lojas, restaurantes e pousadas tudo continua charmoso diante do furacão turismo...

    Paraty sabe como explorar no melhor sentido, feiras internacionais de música, literatura, gastronomia, museus, passeios de bicicleta, de barco, mergulho em ilhas paradisíacas, trilhas em cachoeiras.

    Diversos motivos para vir à Paraty...ou nenhum motivo...simplesmente chegar caminhar pelas ruas, parar em uma lojinha, entrar em uma galeria, sentar em um café ou tomar um sorvete, comprar uma cocada naqueles carrinhos típicos de praias do Rio de Janeiro...

    Sentar no píer, ver os barcos saírem e chegarem...pegar um barco descer em uma ilha, ou andar pelas praias do continente sentar em um barzinho, pedir uma porçao de mandioca frita com carne seca, temperada com manteiga de garrafa...acompanhado de uma "caeipeiiriña."..como dizem os gringos.

    "Riporongar" em Trindade, visitar uma cachaçaria pela estrada, apreciar as cachoeiras e fazendas históricas na estrada para Cunha...

    A noite em Paraty é deliciosa e romântica, restaurantes à luz de velas, música lounge, MPB, ou mesmo ir na pracinha e comprar uma algodão doce, ou na quermesse...

    Sempre que posso estou em Paraty, afinal é natural sentirmos saudades de algo que amamos...não sou de voltar nos destinos que visito exceto um lugar, Paraty...

    Minha última visita foi em 2007 no meu aniversário de casamento...lugar perfeito para celebrar momentos únicos...

    Um mistério que tento decifrar, se deixei meu coração lá, ou se levei Paraty em meu coração...enfim sempre estarei postando sobre um dos locais que mais amo visitar...

    ParatyParaty/2007

    Raquel Cáceres

    Para mais fotos acessem sempre meu album pois tenho muitas imagens de Paraty ainda para postar:

    http://fotolog.terra.com.br/raquecotur http://www.flickr.com/photos/raqecoturism/sets/72157608121946124/

     

  • Penhascos da Irlanda um roteiro de tirar o fôlego!

     Cliffs of Moher
    Cliffs of Moher/Irlanda/Agosto 2007

     

    Dois anos depois de ter ido a Torres no Atlântico Sul, subi para o Atlântico Norte do outro lado do oceano.

     

    The Cliffs of Moher estão localizados no Condado de Clare cerca de uma hora de Galway e duas horas de Dublin, com saídas diárias no verão de ônibus e trem em ambas as cidades, é um roteiro clássico na Ilha Esmeralda.

     

    O passeio começa com um tour panomârico de tirar o fôlego, seguimos por uma estrada em uma região chamada The Burren, considerado o “vale da Lua” na Irlanda, pois o topo de seus morros são todos de pedras, é impressionante o contraste do verde dos campos subindo e terminando no cinza das pedras... um local mágico!

     

    Entre as montanhas pedregosas e os campos verdes repletos de ovelhas, cortamos por diversos lagos e de repente chegamos na costa, então a estrada começa a seguir pelas encostas do Atlântico Norte.

     

    Primeiramente um mar calmo, com pequenas pedras e uma ruína de um castelo no caminho, de repente o cenário muda, do lado esquerdo os morros cinzas, no meio, uma estrada sinuosa e no lado direito, o despenhadeiro.

     

    Não sabia para que lado olhar, eram muitos atrativos para um passeio só, uma parada rápida e fomos alertados para não chegar muito perto, pois o precipício surge num susto.

     

    De longe avistamos os Cliffs of Moher que se estendem em 8km em uma altura de 214 metros, então chegamos no parque que dá acesso aos cliffs com uma infra-estrutura impressionante.

     

    O Centro de Visitantes fica dentro do morro, não vemos construção somente uma janela e o acesso como em uma caverna, as trilhas para os cliffs são acompanhadas por muretas que separam o abismo dos visitantes, algumas lunetas para observarmos a paisagem e as ilhas em frente aos penhascos (as Aran Islands com seu deslumbrante mar azul caribe).

     

    Ali a dica é clicar, caminhar e fazer um piquenique, não pude relaxar como em Torres, porque eram muitos turistas, o vento era algo “titânico” (será que exagerei?) enfim,quem foi sabe a sensação, mas ainda bem que era verão não tão frio e sem chuva.

     Como boa adepta do slow travel a dica é alugar um carro e ficar uns 2 dias na região e se hospedar nos deliciosos B&B, depois descobri alguns guias locais que levam em outras trilhas menos tumultuadas pelos cliffs, cortando por fazendas e visitando ruínas celtas.

    Para quem tem pavor da mão inglesa como eu, o melhor é chegar de ônibus no vilarejo, ficar no B&B e alugar uma bike. 

     Sem dúvida inesquecível só de recordar aqui, já fiquei sem fôlego...

     Raquel Cáceres

    Para mais fotos acessem:  

    http://www.flickr.com/photos/raqecoturism/sets/72157607095136130

  • Sol, mar e penhascos...

    TorresTorres- RS/Agosto 2005

    Torres famosa por seus campeonatos de surf e festival de balão a cidade é bem urbanizada assim como as praias, nada de interessante, a não ser  um local mais reservado chamado Parque da Guarita.

     

    Das praias urbanas é possível avistar os penhascos do Parque da Guarita, então é lá que estão às paisagens deslumbrantes de Torres.

     

    Ao entrar no Parque da Guarita a caminhada segue por trilhas em um extenso tapete verde, onde não se percebe a subida, venta muito, um mar revolto.

     

    Quanto mais caminhamos mais o vento nos envolve dando uma sensação de liberdade, vale a pena ter uma música tocando nos ouvidos nessa hora (Enjoy the Silence-Depeche Mode ou Free as a Bird-Beatles são uma boa dica na minha opinião).

     

    A sensação de liberdade e a trilha terminam juntas em um despenhadeiro, é hora de apreciar a paisagem, alguns bancos para relaxar, mas para os mais aventureiros, preferem sentar na  beira do abismo.

     

    Dali do alto avista-se pescadores em pedras mais abaixo, surfistas suicidas em pequenas praias ao longe, e em determinadas épocas do ano, animais marinhos.

     

    Ao olhar para trás avista-se  a grande fenda dos altos canyons gaúchos localizados há 70 km de Torres no qual dividem RS de SC, sendo na verdade uma seqüência de penhascos que terminam no mar.

     

    O passeio a Torres pode ser uma opção para quem vêm a Porto Alegre de carro, para quem quer conhecer as praias do Rio Grande do Sul, ou como eu que estava nos canyons e finalizei minha viagem um dia apreciando os penhascos de Torres.

     

    Não é um roteiro apreciado para quem quer ir à praia se estirar na areia, ou mesmo se refrescar em águas salgadas, mas um passeio para contemplar, admirar e respeitar a grandeza da natureza.

     

    Ali naqueles penhascos fortaleci minha vontade de conhecer outros locais como aquele, e claro a Irlanda veio em primeiro lugar...mas esse é um outro post...

     

    Raquel Cáceres

    para mais imagens acessem: http://www.flickr.com/photos/raqecoturism/2915195707/in/set-72157601104322580/

  • Banhos romanos na Inglaterra

    Bath-EnglandBath-Inglaterra-Novembro/2007

    Nunca imaginei que em minha primeira visita à Inglaterra fosse conhecer um pouco do Império Romano, Bath uma cidade localizada cerca de 2 horas de Londres é famosa por preservar um Balneário dos tempos romanos e concentrar uma riqueza de águas termais que atraem visitantes desde milênios.

     

    A cidade é uma ótima opção para quem já está cansado de rodar na London Eye, ficar parado no tráfego intenso de Londres encima do double bus, enfrentar filas de museus ou ver a troca da guarda. Tudo isso é essencial eu acho... mas, pra quem procura algo mais, Bath é uma ótima opção.

     

    O acesso à cidade depois que entramos pelas vias secundárias é muito charmoso, repleto de encantadores vilarejos, revelando uma estilosa vida nos campos britânicos.

     

    Ao chegar em Bath vamos subindo por ladeiras e cortando ruelas, a cidade é toda de uma única cor (não sei dizer ao certo se é areia ou um tom terra bem clarinho), sua arquitetura se mistura a tempos romanos, medievais e vitorianos.

     

    A cidade é centro de cultura, arte e música suas ruas históricas concentram deliciosos cafés, museus, restaurantes, foi lá que provei o melhor fish and chips das ilhas britânicas, na minha opinião.

     

    Mas o atrativo mais famoso sem dúvida são os banhos romanos, o maior motivo da construção do balneário é a localização da cidade, que fica  na boca de um vulcão extinto com nascentes termais de alto poder medicinal.

     

    Os Roman Baths estão localizados numa praça central da cidade e para visitá-los paga-se uma taxa, com um atendimento de excelente qualidade e tecnologia, onde é entregue um aparelho como um telefone sem fio,  no qual narra os ambientes automaticamente em diversas línguas.

     

    A área também foi usada nos anos vinte de ponto de encontro da sociedade até se tornar um museu, passa-se por terraços, galerias, cavernas repletas de piscinas de diversos tamanhos e profundidade, em cada uma delas, há um projetor suspenso simulando os banhos dos romanos.

     

    O mais impressionante são as estátuas romanas muito bem preservadas cercando os terraços e a fumaça que sobe das piscinas, suas águas quentinhas como se tivessem aguardando pelos romanos.

    O tour termina ao som de um piano dentro de um café de muito requinte, nos trazendo de volta ao presente.

    Um passeio imperdível para quem vai à Londres e quer fugir rapidinho da “muvuca” e ir para um local mais tranqüilo e diria até um pouco zen...

    Raquel Cáceres  

    Agradeço a um amigo de faculdade que mora em Londres e me levou nesse passeio incrível...

    para mais fotos acessem: http://www.flickr.com/photos/raqecoturism/sets/72157606366954031/

     

     

     

     

  • Maria Fumaça...um charme de passeio...

    maria fumaça2Passa Quatro-MG Março/2008

    Elas representam um passado elegante e charmoso do Brasil, uniu famosas e tradicionais cidades, em uma época onde os trens possuíam um espaço promissor no país.

     

    Porém, agora ficaram no esquecimento e somente alguns locais preservam um delicioso passeio de Maria Fumaça.

     

    É o caso de Passa Quatro em Minas Gerais, uma histórica cidade cercada pelas montanhas da Serra da Mantiqueira, cenário da Revolução de 30, terra natal de Juscelino Kubitchek, a sua Maria Fumaça serviu de set de filmagem de minisséries do Globo (Mad Maria, JK, e outras novelas).

     

    Atualmente uma associação mantém o trabalho de preservação vivendo do lucro dos passeios...

     

    O passeio dura uma manhã ou tarde dependendo do horário de saída, os ingressos podem ser comprados na hora, o itinerário cruza a cidade segue um curso pelas montanhas da Mantiqueira, terminando em um histórico túnel palco da Revolução de 30.

     

    O encanto do passeio começa ao ouvir o apito estridente da Maria Fumaça nos convidando a uma viagem no tempo, a cidade se prepara para cada saída da Maria Fumaça, os moradores saem na janela, às crianças correm acenando, os cachorros saem latindo e nossa obrigação como turistas acenar e sorrir como “celebridades”.

     

    Um violeiro acompanha o tour tocando famosas modas  de viola, nos levando a uma deliciosa viagem na vida do campo das Serras da Mantiqueira.

     

    Duas paradas em antigas estações do século XIX com venda de artesanato e um museu de fotos das minisséries gravadas na região, estimulando assim a renda local e a preservação histórica.

     

    O roteiro à Passa Quatro durou 3 dias, onde os outros dois foram visitando cachoeiras e trilhas na Mata Atlântica, é possível estender o passeio ao Parque Nacional de Itatiaia na parte alta onde fica o Pico das Prateleiras e das Agulhas Negras.

     

    Para quem gosta de nostalgia nada como uma viagem no tempo de Maria Fumaça pela charmosa Serra da Mantiqueira no Sul de Minas.

     

     Raquel Cáceres

  • Caminhos que percorri...

    caminhos coloridos...Alemanha Outubro/2007

    Olá amigos...

    Começo aqui meu mais novo blog de viagem... demorei para fazer, confesso que já havia começado um em 2005... mas não tive paciência para continuar... porém, me arrependo, pois relatei viagens inesquecíveis...e agora escrever tudo de novo será um trabalho e tanto...

    Comecei a percorrer caminhos quando escolhi a faculdade de Turismo e ao me perguntarem porque você escolheu esse curso? Eu respondia: Para viajar ué...mas não era tão simples assim, as viagens não vinham se eu não fosse atrás, parei o curso, tranquei, transferi pra outra cidade e aí sim comecei a me apaixonar pelo curso e as viagens começaram a surgir.

    Primeiro veio a base de como  montar uma viagem, vender uma viagem, proteger um patrimônio cultural a natural, de como oferecer um serviço  de qualidade e assim, o turismo começou a tomar outras formas...

    Então estava pronta para viajar, colocar os conceitos em prática, e vieram os objetivos: trabalhar em um resort, aprender fotografia de turismo, estagiar em um Parque Nacional,morar na Irlanda,  conhecer a Europa, ser tour leader (está prestes a se realizar). 

    E por fim montar a minha empresa de roteiros personalizados...o caminho é longo até lá...mas tenho trilhado por ele muito firme e certa do seu final...

    O que escreverei aqui serão impressões dos caminhos que percorri...caminhos escolhidos com muito sonho, força de vontade e determinação...cada local que passei,  deixou lembranças que agora servirão como base de trabalho...dicas que oferecerei como serviços...

    É um  caminho a ser constantemente percorrido, muitas outras viagens ainda virão e ampliarão meu portfólio profissional... Ainda tenho muito a mapear...mas não importa se o destino é aqui em São Paulo ou na África do Sul, eles têm o mesmo valor para esse coração viajante... 

    Visitem comigo locais apaixonantes, vibrantes e decepcionantes também...bem vindo ao Mapeando meu mais novo blog de viagem!!

    Raquel Cáceres                                                    

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